A cinebiografia “Homem com H”, que narra a vibrante trajetória de Ney Matogrosso, tem conquistado o público ao mergulhar na vida de um dos maiores ícones da música brasileira. Se você se encantou com a forma como o filme trouxe à tona a arte, os desafios e a personalidade marcante de Ney, prepare-se para se apaixonar por outras três produções que também celebram figuras extraordinárias, com histórias repletas de paixão, drama e inspiração.
1. ‘Rocketman’ (2019): A fantasia musical de Elton John
Assim como “Homem com H” captura a essência performática de Ney, “Rocketman” faz o mesmo com Elton John, mas de uma maneira ainda mais extravagante e musicalmente imersiva. A cinebiografia do cantor britânico não se prende à realidade de forma estrita, optando por uma abordagem fantástica que se alinha perfeitamente com a persona de Elton. O filme nos leva por sua infância como Reginald Dwight, sua ascensão meteórica, os desafios pessoais e a busca por aceitação, tudo isso embalado por números musicais grandiosos e performances espetaculares de Taron Egerton, que não apenas canta as músicas de Elton, mas incorpora sua alma. “Rocketman” é uma explosão de cores, emoções e, claro, muita música, ideal para quem amou a energia de “Homem com H”.
2. ‘Bohemian Rhapsody’ (2018): O legado de Freddie Mercury e o Queen
“Bohemian Rhapsody” é um prato cheio ao retratar a história de Freddie Mercury e a lendária banda Queen. O filme explora a formação do grupo, os processos criativos por trás de hits imortais e a jornada de Freddie em sua busca por identidade e autoaceitação. Rami Malek entrega uma atuação poderosa e emocionante como Mercury, culminando na recriação arrepiante do show do Live Aid em 1985. “Bohemian Rhapsody” é uma celebração da música, da inovação e do poder de um artista em transformar o mundo com sua arte, ressoando com a mesma intensidade que a cinebiografia de Ney Matogrosso.
3. ‘Judy’ (2019): A vulnerabilidade de um ícone esquecido
Para quem se comove com a profundidade e a vulnerabilidade por trás dos artistas, “Judy” oferece uma perspectiva tocante sobre os últimos anos da vida de Judy Garland. Estrelado por uma impecável Renée Zellweger, que conquistou o Oscar por sua performance, o filme não foca no auge da carreira da estrela de “O Mágico de Oz”, mas sim em seus desafios pessoais e profissionais no final de sua vida, durante uma série de shows em Londres. “Judy” é um retrato íntimo e doloroso dos sacrifícios feitos em nome da arte e da luta de uma mulher para manter sua paixão viva, mesmo quando as luzes se apagam. É uma história de resiliência e fragilidade que certamente tocará o coração de quem aprecia a complexidade de grandes figuras.



