Após semanas de ação intensa, Gachiakuta entregou em seu oitavo episódio um equilíbrio surpreendente entre leveza, emoção e revelações cruciais para o futuro da trama. Se alguém esperava que o oitavo episódio, fosse apenas mais um capítulo de transição, foi surpreendido. “Moving Forward” mostrou como a série consegue brincar com o tom narrativo, misturando humor e muito mistério sobre o que vem por aí!
Logo de cara, o grande choque: Gris está vivo! O alívio, claro, foi precedido pela pegadinha de Enjin, que manteve Rudo acreditando no pior só para se divertir com o desespero do garoto. A cena, apesar de cruel, trouxe uma pitada de humor ácido que caiu muito bem na dinâmica do grupo. E se não bastasse isso, tivemos Rudo fazendo um tour pelo espaço dos Cleaners, e descobrindo o sabor dos doces pela primeira vez, reagindo como uma criança em um parque de diversões.
Foi leve, foi engraçado, e serviu para humanizar ainda mais o protagonista. Essas passagens cômicas, porém, servem como contraste direto para a densidade dramática que viria logo em seguida.

O episódio logo mergulha no que realmente interessa: os Instrumentos Vitais. Até aqui, a luva de Rudo já tinha chamado atenção, mas descobrimos que ela faz parte da Watchman Series, uma coleção de artefatos que parecem carregar memórias, funções e até propósitos do passado. O detalhe mais curioso foi a aparição de um casaco com símbolos idênticos, indicando que o mundo guarda várias peças semelhantes, e que o herói pode não ser o único destinado a usá-las.

O poder de Rudo também ganhou novos contornos. Para ativar um objeto, ele precisa sentir a conexão com sua história, reconstruí-lo e deixá-lo cumprir sua função. Depois disso, o item se desfaz, como se tivesse cumprido seu ciclo de vida. A ideia é poética, mas também perigosa: o uso contínuo cobra caro. O episódio mostra Rudo com o nariz sangrando ao forçar seus limites, deixando claro que dominar os Instrumentos Vitais não será apenas uma questão de força de vontade, mas também de sobrevivência.
Outro ponto marcante foi a estreia de Arkha Corvus, o chefe dos Cleaners. Sua presença é enigmática e sugere que os Instrumentos Vitais estão longe de serem meros acessórios de combate: eles carregam um peso histórico, talvez até político, que ainda não foi completamente revelado. Arkha parece ser uma figura chave nesse quebra-cabeça, e sua introdução amplia ainda mais a escala da narrativa.
Seu visual e postura já indicam que não se trata de um personagem comum. Arkha adiciona um ar de mistério à trama e levanta uma questão inevitável: os Cleaners conhecem muito mais sobre os Instrumentos Vitais do que deixam transparecer.

Enquanto o episódio se encerra em tom reflexivo, o público já especula sobre o que vem pela frente. Será que Rudo encontrará os outros itens da Watchman Series e aprenderá a dominá-los sem sacrificar sua saúde? Arkha surgirá como aliado ou antagonista? E, acima de tudo, qual é o verdadeiro papel dos Instrumentos Vitais no destino desse mundo dividido entre lixo e redenção? Com tantos elementos novos, o futuro de Gachiakuta fica ainda mais intrigante.
Teorias apontam que o próximo episódio pode explorar mais a fundo a conexão entre esses artefatos e o passado de Rudo, talvez revelando segredos que ligam diretamente a queda do protagonista ao enigma dos Watchmen. Seja como for, o próximo episódio abrirá portas para respostas que podem redefinir o rumo da série.
Você está preparado? Assista aos novos episódios de Gachiakuta, semanalmente na plataforma de streaming da Crunchyroll.



